domingo, 21 de agosto de 2011
A POPULAÇÃO E A ECONOMIA NA AMÉRICA
Setores primários , secundários,e terciários.
Os recursos na América, a exploração de recursos naturais e a agropecuária. Produção na América anglo-saxônica com uma das mais desenvolvidas técnicas modernas com máquinas como as separadoras de sementes e as máquinas de fertilizantes Já na América latina, o contrário está voltada a exportação sendo praticas em extensas propriedades monocultoras, em geral utilizando a mão de obra normal sem o uso de máquinas por isso nem sempre a produção rende.
O setor secundário
A região industrial, indústria e tecnologia formam o setor secundário.
A tecnologia que consiste na aplicação do conhecimento para produzir bens, está nas estreitas ligações com as indústrias para melhorar os processos de produção e o aproveitamento de matérias primas.
Na América, as principais zonas de desenvolvimento tecnológico consiste nos chamados tecnopolos que se localizam nos EUA e no Canadá, com destaque para as regiões do Rio São Lourenço e dos grandes lagos (Vale do Silício).. Esses países dedicam grande parte de seu orçamento à pesquisas, educação, e formação profissional.
O crescimento do setor terciário
As transformações do setor no continente americano
O setor terciário da economia compreende o comércio e a prestação de serviço, como educação, sistema bancário, transporte,saúde e comunicação.
A partir de 1990, a maior utilização de tecnologia por parte do setor terciário contribuiu para o aumento do desemprego, levando muitos trabalhadores, principalmente nos países subdesenvolvidos, ao mercado informal, nos países latino-americanos ,a participação do setor primário é relativamente alto, por isso o PIB desses países é relativamente baixo por só viver na agropecuária e no extrativismo .
Região Nordeste do Brasil
Formada pelos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, a maior parte desta região está em um extenso planalto, antigo e aplainado pela erosão. Em função das diferentes características físicas que apresenta, a região encontra-se dividida em sub-regiões: meio-norte, zona da mata, agreste e sertão.
Sub-regiões e clima:
O meio-norte compreende da faixa de transição entre o sertão semi-árido do Nordeste e a região amazônica. Apresenta clima úmido e vegetação exuberante, à medida que avança para o oeste.
A zona da mata estende-se do estado do Rio Grande do Norte ao sul da Bahia, numa faixa litorânea de até 200 km de largura. O clima é tropical úmido, com chuvas mais frequentes no outono e inverno. O solo é fertil e a vegetação natural é a mata atlântica, já praticamente extinta e substituída por lavouras de cana-de-açúcar desde o início da colonização.
O agreste é a área de transição entre a zona da mata, região úmida e cheia de brejos, e o sertão semi-árido. Nessa sub-região, os terrenos mais férteis são ocupados por minifúndios, onde predominam as culturas de subsistência e a pecuária leiteira.
O sertão, uma extensa área de clima semi-arido, chega até o litoral, nos estados do Rio Grande do Norte e do Ceará. As atividades agrícolas sofrem grande limitação, pois os solos são rasos e pedregosos e as chuvas, escassas e mal distribuídas. A vegetação típica é a caatinga. O rio São Francisco é a única fonte de água perene.
Turismo:
O grande número de cidades litorâneas com belas praias, contribui para o desenvolvimento do turismo. Muitos estados investem na construção de parques aquáticos, complexos hoteleiros e pólos de ecoturismo. Esse crescimento, no entanto, favorece a especulação imobiliária, que em muitos casos ameaçam a preservação de importantes ecossistemas.
A cultura nordestina, é um atrativo à parte para o turista. Em cada estado, há danças e hábitos seculares preservados. As rendas de bilros e a cerâmica, são as formas mais tradicionais de artesanato da região. As festas juninas em Caruarú (PE) e Campina Grande (PB), são as mais populares do país. O nordeste é a região brasileira que abriga o maior número de Patrimônios Culturais da Humanidade, título concedido pela UNESCO. Alguns exemplos são a cidade de Olinda (PE), São Luís (MA) e o centro histório do Pelourinho, em Salvador (BA).
Há ainda o Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, um dos mais importantes sítios arqueológicos do país. O carnaval continua sendo o evento que mais atrai turistas, especialmente para Salvador, Olinda e Recife. Cada uma dessas cidades chega a receber 1 milhão de turistas nessa época.
Outro grande destaque a nível nacional e mundial é Fernando de Noronha, com suas maravilhosas paisagens naturais e mar cristalino, local que abriga os golfinhos saltadores, conhecidos em todo o mundo.
Recursos minerais:
O Nordeste é rico em recursos minerais. Os destaques são o petróleo e o gás natural, produzidos na Bahia, em Sergipe e no Rio Grande do Norte. Na Bahia, o petróleo é explorado no litoral e na plataforma continental e processado na Pólo Petroquìmico de Camaçari. O Rio Grande do Norte, responsável por 11% da produção nacional em 1997, é o segundo maior produtor de petróleo do país, atrás do Rio de Janeiro. Produz também 95% do sal marinho consumido no Brasil. Outro destaque é a produção de gesso em Pernambuco, que responde por 95% do total brasileiro. O Nordeste possui ainda jazidas de granito, pedras preciosas e semipreciosas.
Dados sociais:
Essa região é a mais pobre do país. 50,12% da população nordestina tem renda familiar de meio salário mínimo. De acordo com levantamento do UNICEF divulgado em 1999, as 150 cidades com maior taxa de desnutrição do país estão no nordeste. Nelas, 33,66% das crianças menores de 5 anos, são desnutridas (mais de um terço).
Sua densidade demográfica é de 29,95 hab./km2 e a maior parte da população de concentra na zona urbana (60,6%).
Economia:
Nos últimos cinco anos, a economia nordestina mostra-se mais dinâmica que a média do país. Uma das razões é o impulso da indústria e do setor de serviços.
A agricultura e a pecuária, contudo, enfrentam situação inversa nos anos 90. Os longos períodos de estiagem fazem com que o Produto Interno Bruto (PIB) do setor apresente quedas sucessivas. A agricultura centraliza-se no cultivo de cana-de-açúcar, com Alagoas respondendo por metade da produção do Nordeste. Há alguns anos, teve início o desenvolvimento de lavouras de fruticultura para exportação na área do vale do São Francisco - onde há inclusive cultivo de uvas viníferas - e no Vale do Açú, a 200km de Natal (RN). É no Rio Grande do Norte que são produzidos os melhores melões do país. A pecuária ainda sofre os efeitos da estiagem, mas o setor avícola desponta.
População e transportes:
As maiores cidades nordestinas são Salvador, Fortaleza, Recife, Natal, João Pessoa, Maceió, São Luís, Aracajú, Ilhéus, Itabuna, Teresina, Campina Grande, Feira de Santana e Olinda. As rodovias em geral são precárias. Há entretanto algumas boas e surpreendentes exceções. As principais vias de escoamento e transporte de carga rodoviária são efetuadas pela BR-116 e BR-101. Os aeroportos de Recife, Salvador e Fortaleza são os principais destaques.
Sub-regiões e clima:
O meio-norte compreende da faixa de transição entre o sertão semi-árido do Nordeste e a região amazônica. Apresenta clima úmido e vegetação exuberante, à medida que avança para o oeste.
A zona da mata estende-se do estado do Rio Grande do Norte ao sul da Bahia, numa faixa litorânea de até 200 km de largura. O clima é tropical úmido, com chuvas mais frequentes no outono e inverno. O solo é fertil e a vegetação natural é a mata atlântica, já praticamente extinta e substituída por lavouras de cana-de-açúcar desde o início da colonização.
O agreste é a área de transição entre a zona da mata, região úmida e cheia de brejos, e o sertão semi-árido. Nessa sub-região, os terrenos mais férteis são ocupados por minifúndios, onde predominam as culturas de subsistência e a pecuária leiteira.
O sertão, uma extensa área de clima semi-arido, chega até o litoral, nos estados do Rio Grande do Norte e do Ceará. As atividades agrícolas sofrem grande limitação, pois os solos são rasos e pedregosos e as chuvas, escassas e mal distribuídas. A vegetação típica é a caatinga. O rio São Francisco é a única fonte de água perene.
Turismo:
O grande número de cidades litorâneas com belas praias, contribui para o desenvolvimento do turismo. Muitos estados investem na construção de parques aquáticos, complexos hoteleiros e pólos de ecoturismo. Esse crescimento, no entanto, favorece a especulação imobiliária, que em muitos casos ameaçam a preservação de importantes ecossistemas.
A cultura nordestina, é um atrativo à parte para o turista. Em cada estado, há danças e hábitos seculares preservados. As rendas de bilros e a cerâmica, são as formas mais tradicionais de artesanato da região. As festas juninas em Caruarú (PE) e Campina Grande (PB), são as mais populares do país. O nordeste é a região brasileira que abriga o maior número de Patrimônios Culturais da Humanidade, título concedido pela UNESCO. Alguns exemplos são a cidade de Olinda (PE), São Luís (MA) e o centro histório do Pelourinho, em Salvador (BA).
Há ainda o Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, um dos mais importantes sítios arqueológicos do país. O carnaval continua sendo o evento que mais atrai turistas, especialmente para Salvador, Olinda e Recife. Cada uma dessas cidades chega a receber 1 milhão de turistas nessa época.
Outro grande destaque a nível nacional e mundial é Fernando de Noronha, com suas maravilhosas paisagens naturais e mar cristalino, local que abriga os golfinhos saltadores, conhecidos em todo o mundo.
Recursos minerais:
O Nordeste é rico em recursos minerais. Os destaques são o petróleo e o gás natural, produzidos na Bahia, em Sergipe e no Rio Grande do Norte. Na Bahia, o petróleo é explorado no litoral e na plataforma continental e processado na Pólo Petroquìmico de Camaçari. O Rio Grande do Norte, responsável por 11% da produção nacional em 1997, é o segundo maior produtor de petróleo do país, atrás do Rio de Janeiro. Produz também 95% do sal marinho consumido no Brasil. Outro destaque é a produção de gesso em Pernambuco, que responde por 95% do total brasileiro. O Nordeste possui ainda jazidas de granito, pedras preciosas e semipreciosas.
Dados sociais:
Essa região é a mais pobre do país. 50,12% da população nordestina tem renda familiar de meio salário mínimo. De acordo com levantamento do UNICEF divulgado em 1999, as 150 cidades com maior taxa de desnutrição do país estão no nordeste. Nelas, 33,66% das crianças menores de 5 anos, são desnutridas (mais de um terço).
Sua densidade demográfica é de 29,95 hab./km2 e a maior parte da população de concentra na zona urbana (60,6%).
Economia:
Nos últimos cinco anos, a economia nordestina mostra-se mais dinâmica que a média do país. Uma das razões é o impulso da indústria e do setor de serviços.
A agricultura e a pecuária, contudo, enfrentam situação inversa nos anos 90. Os longos períodos de estiagem fazem com que o Produto Interno Bruto (PIB) do setor apresente quedas sucessivas. A agricultura centraliza-se no cultivo de cana-de-açúcar, com Alagoas respondendo por metade da produção do Nordeste. Há alguns anos, teve início o desenvolvimento de lavouras de fruticultura para exportação na área do vale do São Francisco - onde há inclusive cultivo de uvas viníferas - e no Vale do Açú, a 200km de Natal (RN). É no Rio Grande do Norte que são produzidos os melhores melões do país. A pecuária ainda sofre os efeitos da estiagem, mas o setor avícola desponta.
População e transportes:
As maiores cidades nordestinas são Salvador, Fortaleza, Recife, Natal, João Pessoa, Maceió, São Luís, Aracajú, Ilhéus, Itabuna, Teresina, Campina Grande, Feira de Santana e Olinda. As rodovias em geral são precárias. Há entretanto algumas boas e surpreendentes exceções. As principais vias de escoamento e transporte de carga rodoviária são efetuadas pela BR-116 e BR-101. Os aeroportos de Recife, Salvador e Fortaleza são os principais destaques.
O relevo do Brasil
O Relevo do Brasil é um domínio de estudos e conhecimentos sobre todos os planaltos e planícies do território brasileiro.O Brasil é um país de altitudes modestas. Cerca de 40% do seu território encontra-se abaixo de 200 m de altitude, 45% entre 200 e 600 m, e 12%, entre 600 e 900 m. O Brasil não apresenta grandes formações montanhosas, pois não existe nenhum dobramento moderno em seu território.
Tradicionalmente, o relevo do Brasil é dividido de acordo com a classificação deAb'Saber, respeitado geógrafo paulista, pioneiro na identificação dos grandes domínios morfoclimáticos nacionais. Sua classificação identifica dois grandes tipos de unidades de relevo no território brasileiro: planaltos e planícies. Mais recentemente, com os levantamentos detalhados sobre as características geológicas, geomorfólogicas, de solo, de hidrografia e vegetação do país, foi possível conhecer mais profundamente o relevo brasileiro e chegar a uma classificação mais detalhada, proposta, em 1989, pelo conceituado professor Jurandyr Ross, do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo. Na classificação de Ross, são consideradas três principais formas de relevo: planaltos, planícies e depressões.
Planaltos
Os planaltos ocupam aproximadamente 5.000.000 km² e distribuem-se basicamente em duas grandes áreas, separadas entre si por planícies e platôs: o Planalto das Guianas e o Planalto Brasileiro.
Planícies
As planícies cobrem mais de 3.000.000 de km² do território brasileiro. Dividem-se em três grandes áreas: a Planície Amazônica, a planície litorânea e o Pantanal Matogrossense.
Depressões
Nos limites das bacias com os maciços antigos, processos erosivos formaram áreas rebaixadas, principalmente na Era Cenozóica. São as depressões, onze no total, que recebem nomes diferentes, conforme suas características e localização.
Depressões periféricas: Nas regiões de contato entre estruturas sedimentares e cristalinas, como, por exemplo, a Depressão Periférica Sul-Rio-Grandense.
Depressões marginais: Margeiam as bordas de bacias sedimentares, esculpidas em estruturas cristalinas, como a Depressão Marginal Sul-Amazônica.
Depressões interplanálticas: São áreas mais baixas em relação aos planaltos que as circundam, como a Depressão Sertaneja e do São Francisco.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A geopolitica mundial
Afirmação mais pronunciada de dinâmicas regionais, nos domínios geopolíticos e de
segurança, com emergência de potências regionais com maior liberdade de acção; e
eventuais dificuldades dos EUA em actuar nesta Multiplicidade de “Complexos Regionais
de Segurança” (configuração conceptualmente diferente da que habitualmente se
designa por Multipolaridade);
• Crescimento da importância estratégica de um “Arco de Crise” que engloba:
Mediterrâneo Oriental / Turquia / Mar Negro; Cáucaso / Ásia Central; Médio Oriente /
Golfo Pérsico; Ásia do Sul (vertente setentrional); Ásia / Pacífico, com destaque, nesta
última, para os contenciosos territoriais na “Fronteira Marítima”; por sua vez, ao longo
deste “Arco” acumulam-se focos de tensão que se distribuem numa das macro-regiões
mundiais economicamente mais dinâmicas, e na macro-região onde se concentram as
maiores reservas mundiais de petróleo;
• Desvalorização estratégica da Europa, no contexto mundial, acompanhada da
deslocação dos focos de tensão mais graves para os Balcãs, zona que estabelece uma
inter-relação com a vertente ocidental do referido “Arco de Crise”: Mediterrâneo Oriental /
Turquia / Mar Negro e Médio Oriente / Golfo;
• Dificuldade em manter, e ainda muito mais, em construir de novo, num período de
globalização económica, grandes entidades políticas ou estatais, fortemente
heterogéneas do ponto de vista nacional, étnico ou económico; devido em parte às
oportunidades que essa globalização oferece a unidades políticas de menor dimensão,
mas com forte coesão nacional (coesão que assegure o funcionamento de mecanismos
mínimos de solidariedade, mais do que nunca necessários num contexto de globalização
e competitividade mundial) e com um tecido económico suficientemente diverso e
competitivo.
Alteração na Relação de Forças entre Potências.
Cujos traços previsíveis se podem resumir do seguinte modo:
• Permanência dos EUA como a única potência ainda com capacidade de projecção de
poder à escala mundial; mas num contexto de incertezas, quer quanto à capacidade de
mobilização interna duradoura das “energias políticas” necessárias ao exercício da
liderança, quer quanto à solidez futura das alianças estabelecidas durante as várias
fases da “guerra fria”;
• Manutenção, para já, da estrutura geopolítica de base que tem suportado a liderança
mundial dos EUA − o facto de o Japão, a Alemanha e a Arábia Saudita, grandes actores
económicos, dependerem vitalmente da “protecção” dos EUA, para a sua segurança,
numa configuração em que “poder económico” e “poder militar” estão claramente
separados, excepto para a potência líder; embora se antevejam, a médio prazo, riscos
crescentes de uma evolução menos alinhada com os EUA por parte da Arábia Saudita,
levando a um profundo realinhamento no mundo árabe e islâmico;
• Declínio do poder externo (e da base económica interna) da Rússia, dividida entre os
extremos da opção por uma colaboração estreita com os EUA e seus aliados, face aos
riscos inerentes ao surgimento de novas potências, e a utilização da ascensão destas,
para reduzir a influência global dos EUA; e com a existência no seu interior de forças
organizadas dispostas a recorrer a aproximações com Estados perturbadores, para
“complicar” a actuação dos EUA;
• Emergência complexa, e possivelmente tumultuosa, de novas Grandes Potências que
tenderão a afirmar-se primeiro como actores principais nos complexos regionais de
segurança em que se inserem; potências essas situadas, na generalidade dos casos, no
“Arco de Crise” já referido (vd. casos da China, Índia e Irão); ao mesmo tempo que se
assistirá à aquisição de tecnologias e sistemas militares de enorme poder destrutivo, por
parte de um conjunto de outros Estados, estes de média dimensão, dispondo de bases
económicas que lhes podem permitir o acesso continuado a essas tecnologias e esses
sistemas, vários deles também situados no referido “Arco de Crise”;
• Incapacidade de afirmação de uma potência regional árabe, liderando um conjunto
estável de Estados, o que levará as elites árabes a considerarem que a evolução
mundial está a marginalizar o Islão; uma eventual impossibilidade de obter um acordo
entre as forças “seculares” da Síria e de Israel tenderá a transformar o Médio Oriente no
cenário de uma guerra religiosa;
• Existência de Estados “párias”, incapazes de se afirmarem como potências regionais,
mas que tendo acedido ao controlo de armas sofisticadas, poderão desempenhar o
papel de “perturbadores” nas áreas de maior tensão;
• Desenvolvimento de formas “não estatais” de influencia sobre o comportamento das
actuais grandes potências, na base de redes de organizações e indivíduos (vd. redes
terroristas, redes de narcotráfico, etc.) dispondo de meios sofisticados e altamente letais,
organizações eventualmente apoiadas por “Estados Perturbadores” (vd. Afeganistão,
Sudão, etc.); sendo de salientar, neste contexto, o papel crucial que poderão vir a
adquirir as designadas “marfais” russas.
segurança, com emergência de potências regionais com maior liberdade de acção; e
eventuais dificuldades dos EUA em actuar nesta Multiplicidade de “Complexos Regionais
de Segurança” (configuração conceptualmente diferente da que habitualmente se
designa por Multipolaridade);
• Crescimento da importância estratégica de um “Arco de Crise” que engloba:
Mediterrâneo Oriental / Turquia / Mar Negro; Cáucaso / Ásia Central; Médio Oriente /
Golfo Pérsico; Ásia do Sul (vertente setentrional); Ásia / Pacífico, com destaque, nesta
última, para os contenciosos territoriais na “Fronteira Marítima”; por sua vez, ao longo
deste “Arco” acumulam-se focos de tensão que se distribuem numa das macro-regiões
mundiais economicamente mais dinâmicas, e na macro-região onde se concentram as
maiores reservas mundiais de petróleo;
• Desvalorização estratégica da Europa, no contexto mundial, acompanhada da
deslocação dos focos de tensão mais graves para os Balcãs, zona que estabelece uma
inter-relação com a vertente ocidental do referido “Arco de Crise”: Mediterrâneo Oriental /
Turquia / Mar Negro e Médio Oriente / Golfo;
• Dificuldade em manter, e ainda muito mais, em construir de novo, num período de
globalização económica, grandes entidades políticas ou estatais, fortemente
heterogéneas do ponto de vista nacional, étnico ou económico; devido em parte às
oportunidades que essa globalização oferece a unidades políticas de menor dimensão,
mas com forte coesão nacional (coesão que assegure o funcionamento de mecanismos
mínimos de solidariedade, mais do que nunca necessários num contexto de globalização
e competitividade mundial) e com um tecido económico suficientemente diverso e
competitivo.
Alteração na Relação de Forças entre Potências.
Cujos traços previsíveis se podem resumir do seguinte modo:
• Permanência dos EUA como a única potência ainda com capacidade de projecção de
poder à escala mundial; mas num contexto de incertezas, quer quanto à capacidade de
mobilização interna duradoura das “energias políticas” necessárias ao exercício da
liderança, quer quanto à solidez futura das alianças estabelecidas durante as várias
fases da “guerra fria”;
• Manutenção, para já, da estrutura geopolítica de base que tem suportado a liderança
mundial dos EUA − o facto de o Japão, a Alemanha e a Arábia Saudita, grandes actores
económicos, dependerem vitalmente da “protecção” dos EUA, para a sua segurança,
numa configuração em que “poder económico” e “poder militar” estão claramente
separados, excepto para a potência líder; embora se antevejam, a médio prazo, riscos
crescentes de uma evolução menos alinhada com os EUA por parte da Arábia Saudita,
levando a um profundo realinhamento no mundo árabe e islâmico;
• Declínio do poder externo (e da base económica interna) da Rússia, dividida entre os
extremos da opção por uma colaboração estreita com os EUA e seus aliados, face aos
riscos inerentes ao surgimento de novas potências, e a utilização da ascensão destas,
para reduzir a influência global dos EUA; e com a existência no seu interior de forças
organizadas dispostas a recorrer a aproximações com Estados perturbadores, para
“complicar” a actuação dos EUA;
• Emergência complexa, e possivelmente tumultuosa, de novas Grandes Potências que
tenderão a afirmar-se primeiro como actores principais nos complexos regionais de
segurança em que se inserem; potências essas situadas, na generalidade dos casos, no
“Arco de Crise” já referido (vd. casos da China, Índia e Irão); ao mesmo tempo que se
assistirá à aquisição de tecnologias e sistemas militares de enorme poder destrutivo, por
parte de um conjunto de outros Estados, estes de média dimensão, dispondo de bases
económicas que lhes podem permitir o acesso continuado a essas tecnologias e esses
sistemas, vários deles também situados no referido “Arco de Crise”;
• Incapacidade de afirmação de uma potência regional árabe, liderando um conjunto
estável de Estados, o que levará as elites árabes a considerarem que a evolução
mundial está a marginalizar o Islão; uma eventual impossibilidade de obter um acordo
entre as forças “seculares” da Síria e de Israel tenderá a transformar o Médio Oriente no
cenário de uma guerra religiosa;
• Existência de Estados “párias”, incapazes de se afirmarem como potências regionais,
mas que tendo acedido ao controlo de armas sofisticadas, poderão desempenhar o
papel de “perturbadores” nas áreas de maior tensão;
• Desenvolvimento de formas “não estatais” de influencia sobre o comportamento das
actuais grandes potências, na base de redes de organizações e indivíduos (vd. redes
terroristas, redes de narcotráfico, etc.) dispondo de meios sofisticados e altamente letais,
organizações eventualmente apoiadas por “Estados Perturbadores” (vd. Afeganistão,
Sudão, etc.); sendo de salientar, neste contexto, o papel crucial que poderão vir a
adquirir as designadas “marfais” russas.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Américas, Cinco Divisões em Um Continente
Ao visualizarmos um mapa das Américas percebemos logo de início que é um continente muito extenso no sentido Norte – Sul. Em conseqüência, suas características regionais são muito claras, sendo difícil de acreditar que temos neste mesmo espaço continental região tropicais e outras polares. Observamos também uma significativa diferença nas questões sócio-econômicas aonde nações ricas fazem fronteira com países mergulhados no caos econômico. Essas diversidades espaciais existentes no continente americanas tornam necessário uma regionalização sobre o mesmo, gerando assim cinco divisões em seu território.
Abordagens Físicas
Para facilitar a compreensão física do continente americano, observou-se que ao longo das Américas existem duas distintas e visíveis cadeias de montanhas (Montanhas Rochosas, ao norte e Cordilheira dos Andes, ao sul) e no centro do continente há um “istmo” que une as duas partes (Norte e Sul). Em razão disto, divide-se a América em três partes: América do Norte, América Central e América do Sul. Essa divisão é muito difundida em todo o mundo, pois nós brasileiros nos consideramos muito mais sul-americanos do que americanos em si. Esta classificação ordena os países americanos a partir de suas características naturais, onde os aspectos físicos são observados como maior diferencial entre as regiões.
Abordagens Humanas
Por outro lado, caracterizar o continente americano a partir dos aspectos sócio-econômicos nos geram uma divisão totalmente adversa da anterior. Nesta abordagem classificamos a América em duas grandes partes: América Anglo-Saxônica e América Latina. Isto é resultado de uma análise sobre a cultura/colonização e economia local, pois como os Estados Unidos e o Canadá foram colonizados pelos ingleses (em grande parte) e os outros países da América sofreram a conquista e colonização dos espanhóis e portugueses, em sua maioria, foi possível dividir todo o continente nestas duas regiões. Ou seja, a América Anglo-Saxônica provém das culturas dos Saxões europeus e a América Latina dos europeus latinos. Atualmente podemos observar uma diferença também na questão econômica em razão de que os Estados Unidos e Canadá (América Anglo-Saxônica) são países desenvolvidos e, em contraponto, os países da América Latina se encontram nos níveis econômicos de subdesenvolvimento ou em processo de desenvolvimento.
Dessa forma, as classificações existentes nos facilitam interpretar e conhecer melhor o continente americano, que é centralizador de grandes diferenças, seja nas características físicas ou humanas do seu território. Demonstrando que sua extensão longitudinal baseia-se na regionalização do espaço, transformando este continente numa região de inúmeras riquezas culturais e naturais
Abordagens Físicas
Para facilitar a compreensão física do continente americano, observou-se que ao longo das Américas existem duas distintas e visíveis cadeias de montanhas (Montanhas Rochosas, ao norte e Cordilheira dos Andes, ao sul) e no centro do continente há um “istmo” que une as duas partes (Norte e Sul). Em razão disto, divide-se a América em três partes: América do Norte, América Central e América do Sul. Essa divisão é muito difundida em todo o mundo, pois nós brasileiros nos consideramos muito mais sul-americanos do que americanos em si. Esta classificação ordena os países americanos a partir de suas características naturais, onde os aspectos físicos são observados como maior diferencial entre as regiões.
Abordagens Humanas
Por outro lado, caracterizar o continente americano a partir dos aspectos sócio-econômicos nos geram uma divisão totalmente adversa da anterior. Nesta abordagem classificamos a América em duas grandes partes: América Anglo-Saxônica e América Latina. Isto é resultado de uma análise sobre a cultura/colonização e economia local, pois como os Estados Unidos e o Canadá foram colonizados pelos ingleses (em grande parte) e os outros países da América sofreram a conquista e colonização dos espanhóis e portugueses, em sua maioria, foi possível dividir todo o continente nestas duas regiões. Ou seja, a América Anglo-Saxônica provém das culturas dos Saxões europeus e a América Latina dos europeus latinos. Atualmente podemos observar uma diferença também na questão econômica em razão de que os Estados Unidos e Canadá (América Anglo-Saxônica) são países desenvolvidos e, em contraponto, os países da América Latina se encontram nos níveis econômicos de subdesenvolvimento ou em processo de desenvolvimento.
Dessa forma, as classificações existentes nos facilitam interpretar e conhecer melhor o continente americano, que é centralizador de grandes diferenças, seja nas características físicas ou humanas do seu território. Demonstrando que sua extensão longitudinal baseia-se na regionalização do espaço, transformando este continente numa região de inúmeras riquezas culturais e naturais
REGIÕES BRASILEIRAS
As regiões do Brasil são uma divisão que tem caráter legal e que foi proposta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1969. O IBGE levou em consideração apenas aspectos naturais na divisão do país, como clima, relevo, vegetação e hidrografia; por essa razão, as regiões também são conhecidas como "regiões naturais do Brasil".
Há uma pequena exceção com relação à região Sudeste, que foi criada levando-se parcialmente em conta aspectos humanos (desenvolvimento industrial e urbano). Cada um destes grupos é uma região, e as regiões brasileiras são...
REGIÃO CENTRO-OESTE
Com predominância do Ecossistema de Cerrado, a região pode ser dividida em 3 porções: maciço goiano-mato-grossense, bacia de sedimentação do Paraná e as depressões. É formada por 3 Estados: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. Possui um território de 1.604.852 km² (18,9% do território nacional). Sua população é de cerca de 12 milhões de habitantes.
REGIÃO NORDESTE
Com predominância do Ecossistema de Caatinga, a região encontra-se dividida em quatro sub-regiões (zonas): meio-norte, zona da mata, agreste e sertão) e é formada por 9 Estados: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Possui um território de 1.556.001 km² (18,2% do território nacional), dentro dos quais está localizado o Polígono das secas. Sua população é pouco superior a 50 milhões de habitantes.
REGIÃO NORTE
Com predominância do Ecossistema de Floresta Amazônica, a região Norte é formada por 7 Estados: Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá e Tocantins. Possui um território de 3.851.560 km² (45,2% do território nacional), e uma população pouco superior a 14 milhões de habitantes – o que faz dela a região com menor densidade demográfica
REGIÃO SUDESTE
Com predominância do Ecossistema de Mata Atlântica, a região apresenta grandes diferenças sob o aspecto físico, com litoral, serras e planícies e é formada por 4 Estados: Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Possui um território de 927.286 km² (10,6% do território nacional). Sua população é de cerca de 77 milhões de habitantes.
REGIÃO SUL
Com predominância do Ecossistema de Mata de Araucárias, a região é formada por 3 Estados: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui um território de 575.316 km² (6,8% do território nacional) e sua população é de mais de 26 milhões de habitantes.
Os limites das regiões sempre coincidem com limites de estados, não havendo estados que se espalhem por duas regiões.A área correspondente ao estado de Tocantins (integrante da região Norte), por ter sido originária do desmembrado de Goiás (Centro-Oeste), foi a última alteração na delimitação das regiões brasileiras.Atualmente, muitos geógrafos e cientistas sociais preferem a divisão geoeconômica proposta por Pedro Pinchas Geiger, em 1967, que leva em conta os aspectos naturais e humanos. Essa divisão consiste de três regiões e suas fronteiras não coincidem com as fronteiras estaduais: Amazônia, Centro-Sul e Nordeste.O vestuário típico folclórico no Brasil se compõem de três formas: roupas de couro (Nordeste), vestidos de renda da Bahia e roupa típica gaúcha. Fonte: Museu de Folclore (SP).
Há uma pequena exceção com relação à região Sudeste, que foi criada levando-se parcialmente em conta aspectos humanos (desenvolvimento industrial e urbano). Cada um destes grupos é uma região, e as regiões brasileiras são...
REGIÃO CENTRO-OESTE
Com predominância do Ecossistema de Cerrado, a região pode ser dividida em 3 porções: maciço goiano-mato-grossense, bacia de sedimentação do Paraná e as depressões. É formada por 3 Estados: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. Possui um território de 1.604.852 km² (18,9% do território nacional). Sua população é de cerca de 12 milhões de habitantes.
REGIÃO NORDESTE
Com predominância do Ecossistema de Caatinga, a região encontra-se dividida em quatro sub-regiões (zonas): meio-norte, zona da mata, agreste e sertão) e é formada por 9 Estados: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Possui um território de 1.556.001 km² (18,2% do território nacional), dentro dos quais está localizado o Polígono das secas. Sua população é pouco superior a 50 milhões de habitantes.
REGIÃO NORTE
Com predominância do Ecossistema de Floresta Amazônica, a região Norte é formada por 7 Estados: Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá e Tocantins. Possui um território de 3.851.560 km² (45,2% do território nacional), e uma população pouco superior a 14 milhões de habitantes – o que faz dela a região com menor densidade demográfica
REGIÃO SUDESTE
Com predominância do Ecossistema de Mata Atlântica, a região apresenta grandes diferenças sob o aspecto físico, com litoral, serras e planícies e é formada por 4 Estados: Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Possui um território de 927.286 km² (10,6% do território nacional). Sua população é de cerca de 77 milhões de habitantes.
REGIÃO SUL
Com predominância do Ecossistema de Mata de Araucárias, a região é formada por 3 Estados: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui um território de 575.316 km² (6,8% do território nacional) e sua população é de mais de 26 milhões de habitantes.
Os limites das regiões sempre coincidem com limites de estados, não havendo estados que se espalhem por duas regiões.A área correspondente ao estado de Tocantins (integrante da região Norte), por ter sido originária do desmembrado de Goiás (Centro-Oeste), foi a última alteração na delimitação das regiões brasileiras.Atualmente, muitos geógrafos e cientistas sociais preferem a divisão geoeconômica proposta por Pedro Pinchas Geiger, em 1967, que leva em conta os aspectos naturais e humanos. Essa divisão consiste de três regiões e suas fronteiras não coincidem com as fronteiras estaduais: Amazônia, Centro-Sul e Nordeste.O vestuário típico folclórico no Brasil se compõem de três formas: roupas de couro (Nordeste), vestidos de renda da Bahia e roupa típica gaúcha. Fonte: Museu de Folclore (SP).
SISTEMA SOLAR - PRIMEIRAS DESCOBERTAS
O teólogo polonês Nicolau Copérnico (1473 -1543), autor do livro "Sobre as Revoluções dos Orbes Celestes", explicou pela primeira vez que a Terra gira em torno do Sol. A idéia dá novo rumo às ciências naturais e tais idéias eram contrárias a teoria da igreja. Mas à princípio, suas declarações não incomodaram muito, até que alguns anos depois, outro grande astrônomo, o italiano Galileu Galilei (1564 - 1642), descobriu através de seu telescópio rudimentar que a Lua possui uma topografia irregular, cheia de vales, montanhas e crateras, alem de regiões mais planas denominadas mares.
A principal descoberta de Galileu Galilei foi feita ao apontar para o céu sua recém-inventada luneta, onde ele descobriu os quatro maiores satélites de Júpiter, marcando o início das pesquisas sobre o Universo. Tais luas passaram a ser chamadas até os dias de hoje de "Satélites Galileanos" (Io, Europa, Calisto e Ganimedes). Suas idéias foram repudiadas pela igreja que o acusou de heresia, o que atrasou os estudos astronômicos. Somente depois de muitos anos seu trabalho foi aceito.
Sistema Solar com o Sol e os nove planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.
CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA SOLAR:
O sistema solar é formado por 9 planetas e por milhares de asteróides, além de um cintura de objetos kuiper localizada depois da órbita de Plutão. Por ordem de distância do Sol estão: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.
Os planetas menores e mais próximos ao Sol, de formação rochosa, são chamados de planetas internos (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte). Já os planetas mais afastados e com alguns gigantes em relação aos internos, de formação gasosa, são denominados planetas externos (Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão).
O NASCIMENTO:
O sistema solar nasceu a partir de uma gigantesca nuvem de gás e poeira. Essas nuvens giram ao redor de um único ponto, de maior gravidade, onde se localizará no futuro a estrela (Sol). Por efeito dessa rotação, a nuvem vai ganhando a forma de um globo que concentra em seu núcleo, a maior parte da massa e poeira. Esse disco torna-se cada vez maior, mais quente e se condensa cada vez mais. O calor que isso resulta, dá inicio à transformação do hidrogênio em hélio. Através desse processo, em que é liberado energia, desencadeia-se uma série de reações termonucleares que ativam o núcleo da nuvem surgindo assim, uma estrela.
Enquanto tudo isso ocorre no núcleo... Na parte mais externa, as nuvens também se condensaram até formar pequenas massas. Essas massas se transformam nos planetas, todas elas presas pela força maior do Sol, girando ao seu redor.
A principal descoberta de Galileu Galilei foi feita ao apontar para o céu sua recém-inventada luneta, onde ele descobriu os quatro maiores satélites de Júpiter, marcando o início das pesquisas sobre o Universo. Tais luas passaram a ser chamadas até os dias de hoje de "Satélites Galileanos" (Io, Europa, Calisto e Ganimedes). Suas idéias foram repudiadas pela igreja que o acusou de heresia, o que atrasou os estudos astronômicos. Somente depois de muitos anos seu trabalho foi aceito.
Sistema Solar com o Sol e os nove planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.
CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA SOLAR:
O sistema solar é formado por 9 planetas e por milhares de asteróides, além de um cintura de objetos kuiper localizada depois da órbita de Plutão. Por ordem de distância do Sol estão: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.
Os planetas menores e mais próximos ao Sol, de formação rochosa, são chamados de planetas internos (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte). Já os planetas mais afastados e com alguns gigantes em relação aos internos, de formação gasosa, são denominados planetas externos (Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão).
O NASCIMENTO:
O sistema solar nasceu a partir de uma gigantesca nuvem de gás e poeira. Essas nuvens giram ao redor de um único ponto, de maior gravidade, onde se localizará no futuro a estrela (Sol). Por efeito dessa rotação, a nuvem vai ganhando a forma de um globo que concentra em seu núcleo, a maior parte da massa e poeira. Esse disco torna-se cada vez maior, mais quente e se condensa cada vez mais. O calor que isso resulta, dá inicio à transformação do hidrogênio em hélio. Através desse processo, em que é liberado energia, desencadeia-se uma série de reações termonucleares que ativam o núcleo da nuvem surgindo assim, uma estrela.
Enquanto tudo isso ocorre no núcleo... Na parte mais externa, as nuvens também se condensaram até formar pequenas massas. Essas massas se transformam nos planetas, todas elas presas pela força maior do Sol, girando ao seu redor.
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